O Movimento Um Rumo Para Portugal editou, no final de Janeiro, este blog e o site www.umrumoparaportugal.com.
Na apresentação de qualquer destes meios tivemos o cuidado de destacar a nossa identidade:
Quem somos; O que pretendemos como Movimento; O que não somos:
· Somos cidadãos portugueses, preocupados com o nosso futuro e com o futuro dos nossos filhos. Preocupados e apreensivos com o futuro de Portugal.
· Somos profissionais de diferentes ramos de actividade.
· Vimos de diferentes zonas do país.
· Temos, inclusivé, simpatias ideológicas diversas.
Esta preocupação com o futuro e a consciência de que a classe política de hoje navega sem rumo e sem propósito, motiva-nos a agir.
Decidimos, assim, criar uma associação cívica, sem fins lucrativos, para a promoção da participação dos cidadãos na vida política portuguesa, em defesa dos valores da competência, rigor e seriedade no serviço público e de um projecto de desenvolvimento, cultural, social e económico sustentável para Portugal, no contexto da Europa e do Mundo.
Não somos um projecto de partido político, ou de grupo de pressão por interesses economicamente vinculados.
Pese embora este cuidado de posicionamento, a imprensa e algumas pessoas que nos contactaram, manifestaram estranheza pela “falta de rosto” por trás da iniciativa.
Entendemos, neste mundo mediático, efémero e fulanizado que nos rodeia, que mais importantes são as ideias e não os seus protagonistas. Como, por aberrante contraste, a actual campanha eleitoral a todo o momento nos demonstra.
Apresentámos, por isso, em primeiro lugar, o essencial das ideias iniciais do nosso movimento. E deixámos fora do palco, as pessoas.
Não quer dizer que as pessoas que dinamizam o Movimento não tenham rosto, ou não pretendam dar a cara por ele. Nem quer dizer que os dinamizadores deste Movimento pretendam manter-se no anonimato.
Pelo contrário, como demonstrámos a todos aqueles – jornalistas e pessoas anónimas – que nos quiseram contactar.
Simplesmente, este é um movimento de cidadãos não mediáticos, que não procuram protagonismo para si, mas projecção para as ideias que defendem.
Numa palavra: o movimento defende, antes de mais, a necessidade de um Rumo para Portugal e não de um rosto para Portugal.
Bem sabemos que neste tempo de vaidades e fait-divers pessoais, soa estranho e fora do comum colocar as ideias à frente das pessoas. Mas esse é o único rumo que vale a pena!